Quando nos apetece uma coisa rápida ou precisamos de uns biscoitos para o lanche dos miúdos ou porque sim, esta receita é ideal. Leva apenas 3 ingredientes e faz-se num ápice. Cerca de 30 a 45 minutos entre o começar a fazer e os tirar do forno.
1/2 chávena de manteiga sem sal à temperatura ambiente
1/4 chávena de açúcar
1 chávena de farinha
Bater a manteiga com o açúcar na batedeira durante cerca de 1 minuto.
Fora da batedeira, misturar a farinha usando uma espátula. Fica uma massa 'partidiça' mas que dá para enrolar bem em bolinhas do tamanho de nozes. Fazer as bolas. Colocar no tabuleiro com alguma distânica entre elas. Fazer pressão com o dedo no centro para as esborrachar ligeiramente. Colocar o que se queira: frutos secos, aquelas ceninhas às cores para os brigadeiros ou nada. Eu usei smarties. Levar ao forno até dourar (cerca de 20 minutos).
O que recebem em troca? Umas deliciosas bolachas de manteiga.
De construção em construção, desconstruímos a vida e tudo o que nos resta são perfeitos ângulos de 360º.
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segunda-feira, 8 de maio de 2017
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
42º GRAU - CRAZY BANANA CAKE
A coisa que mais me fascina na cozinha é a ciência. Entender como misturar A com B de uma determinada maneira, resulta numa coisa completamente diferente quando misturados de outra forma.
Cá em casa, todos são fãs das bananas verdes. Quando começam a ganhar pintas, eu que as coma. Há, no entanto, limites para a quantidade de bananas que eu consigo comer e, ocasionalmente, tinha que deitar algumas fora. Ora, isso é coisa que me chateia, que é. Estando 4 bananas especadas na fruteira a caminhar nesse sentido, decidi investigar receitas onde as pudesse usar. De ressalvar que não sou grande fã de coisas com sabor a banana, mas estava determinada a não deitar as bananas fora!
Andando pelo Google, o nome da receita chamou-me à atenção e, quando vi como se fazia, a curiosidade sobrepôs-se a todas as reticências e tinha que o experimentar. O resultado é um bolo fantástico. Pouco doce, húmido sem ser nhanhento como muitas receitas com banana acabam por ser. Um sucesso que durou menos de 24h nesta casa!
INGREDIENTES:
- 1.5 chávenas de bananas maduras (3 bananas)
- 2 colh. de sopa de sumo de limão
- 3 chávenas de farinha
- 1.5 colh. chá de bicarbonato de sódio (usei 1 colh de sobremesa de fermento de bolos normal)
- 1/4 colh. chá de sal (esqueci-me e não pus nas duas vezes que o fiz)
- 3/4 chávena de manteiga amolecida
- 2 chávenas de açúcar
- 3 ovos
- 2 colh. de chá de essência de baunilha (também não pus)
- 1.5 chávena de buttermilk (não sei como se traduz!) ou, em alternativa, misturar o leite com 1 colher de sopa de vinagre ou sumo de limão (usei o sumo de limão).
MODO DE PREPARAÇÃO:
1. Esmagar as bananas e juntar a colher de sumo de limão.
2. Misturar o leite com o vinagre ou com o sumo de limão.
3. Bater a margarina com o açúcar.
4. Juntar os ovos 1 a 1, batendo bem entre eles.
5. Adicionar a baunilha.
6. Misturar a farinha com o bicarbonato e o sal e adicionar ao creme aos poucos alternando com o buttermilk.
7. Por fim, envolver as bananas.
8. Despejar a mistura numa forma untada.
E, agora, vamos à parte crazy!
O bolo vai ao forno a 135º (Não é uma gralha! É mesmo 135º*) durante 1h e 10 minutos. Passado esse tempo, espetar para ver se o palito sai seco. Se ainda não estiver cozido, deixar no forno e ir verificando de 10 em 10 minutos.
Quando estiver pronto, retirar do forno e colocar imediatamente no congelador durante 45 minutos! Sim, imediatamente! Ponham panos debaixo da forma e congelador.
Este processo louco evita que o bolo seque como aconteceria se arrefecesse à temperatura ambiente.
A receita original, coloca-lhe uma cobertura de queijo-creme. Não lhe sentimos a falta, honestamente. Talvez um dia experimente para ver como fica. A receita no original aqui.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
35º GRAU - COMIDA CASEIRA SEM TOCAR NO FOGÃO
Não, não estou a falar de take-away. Cá em casa somos grandes fãs de uma marca neo-zelandesa de embalagens de plástico (isto dito assim parece estranho) chamada sistema. Sempre que vou a uma grande superfície, vou cuscar para ver se há coisas novas. A semana passada, deparei-me com um 'fazedor de arroz' para o microondas. Como o preço era bastante convidativo quando comparado com outras marcas, não resisti e trouxe-o para casa.
Esta semana, fiz uns lombinhos na slow cooker e pensei que um arrozinho branco acompanhava bem. Foi a estreia do 'fazedor de arroz'. E como gostei. Sem complicações nem sujeiras, 15 minutos e temos um arroz soltinho para servir. Já experimentei com 500 grs de arroz e não se deixem enganar pela aparência. Este menino é bem maior do que parece à 1ª vista.
Entretanto, descobri que além das receitas básicas que vêm com as instruções (arroz integral, couscous, polenta,...), a própria sistema tem mais uma resma delas que se podem fazer no recipiente.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
34º GRAU - BOM, MAS BOM, MESMO!
Quando andei a investigar as receitas de iogurtes da Coco & Baunilha, reparei que ela na 1ª experiência com iogurtes de chocolate tinha tido o mesmo desgosto que eu mas que depois havia conseguido deslindar uma forma de levar a coisa a bom porto. Ora, que fiquei curiosa e decidi experimentar. Segui a receita da Patricia Nascimento com excepção do leite em pó que eu nunca uso.
De referir que (não falo pela Patricia mas é como eu faço), quando se fala de 1 iogurte natural é sempre na medida dos copos da iogurteira.
O chocolate que usei foi o chocolate de leite do Lidl. Da próxima, acho que vou usar um chocolate mais denso para aumentar o sabor a chocolate.
Sem dúvida, uma experiência a repetir!
sábado, 28 de janeiro de 2017
23º GRAU - VALHA-ME NOSSA SENHORA DA CALORIA
'Nha querida MEP enviou um link de um blog carregadinho de receitas de iogurte novinhas em folha. Aquilo parece tudo tão delicioso que não resisti a experimentar logo uma das receitas.
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| Fotografia do blog Coco & Baunilha |
Quanto ao resultado da minha experiência, pois se quereis perder-vos de amores por um sabor refinado que mistura o doce (mas não enjoativo) com o travo do iogurte, quem sou eu para vos impedir?
Cá em casa, já foi aprovado por unânimidade.
Etiquetas:
A casa dos outros,
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iogurtes
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
21º GRAU - SÃO PEDRAS, SENHOR. PEDRAS...
Todas as operárias deste mundo afora têm dias nos seus meses em que eram capazes de comer pedras desde que estivessem cobertas de chocolate. Esta Operária não é excepção. Ontem andava aqui a circular world-wide-web depois de andar a tratar de questões fabris até quase à 1 e deparei-se-me com uma receita: Pudim de Leite Condensado... NO MICROONDAS!
Pois que não era tarde nem era cedo, era logo ali.
Ora, o dito cujo leva o seguinte:
- 1 lata de leite condensado
- 1 medida de leite normal (usar a lata como medida)
- 3 ovos
- caramelo (eu uso sempre de compra. Nunca faço.)
Bate-se o leite condensado, o leite normal e os ovos. Eu usei mesmo uma vara de arames. Forra-se um pirex ou forma de silicone com o caramelo e vai ao microondas da seguinte forma.
5 minutos na potência máxima. 20 segundos de pausa.
3 minutos na potência máxima. 20 segundos de pausa.
2 minutos na potência máxima.
Como as potências variam de aparelhómetro para aparelhómetro, espeta-se um palito. Se sair seco, está pronto. Mesmo que a parte de cima ainda parece um pouco instável.
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| Ao sair do microondas. |
Deixa-se arrefecer antes de desenformar.
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| Depois de desenformado. |
Posso-vos dizer, depois de provar, que é experiência que tenciono repetir!
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
15º GRAU - JÁ QUE ESTAVA ALI E ESTAVA
Há uns dias, 'tropecei' num frasco com bolacha maria moída que me sobrou de um doce que fiz. Ontem, quando andava de roda dos iogurtes lembrei-me dele.
Decidi fazer uma espécie de sobremesa. Fiz camadas com a bolacha, iogurte natural e compota de maçã. Posso dizer que está delicioso. Para o meu gosto, está um pouco doce demais. Da próxima, ponho menos compota. Mas que está bom, está!
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
14º GRAU - O ATAQUE DA GELATINA
Eu estava despachada de posts para hoje. Mas vai daí, fui para a cozinha. Vai daí, comecei a fazer as coisas do costume e a pensar "ah bolas, tenho que registar isto". Vai daí, comecei a inventar e "ai que isto também tem que ir..." E estamos aqui!
Com a miudagem toda durante o fim-de-semana, há a necessidade do Gellygurte. E o que é o Gellygurte? O Gellygurte é aquele iogurte misturado com a gelatina que fica bom, bom, bom!
Eu faço sempre o gellygurte na iogurteira. Lembram-se de como se faz iogurte? Pois bem, para o Gellygurte vamos misturar:
1 medida de iogurte
5 medida de leite.
Depois, juntamos:
1 medida de água a ferver com 1 pacote de gelatina - do sabor que quiserem - lá dissolvido. Eu fiz de romã.
Depois de bem misturado, é só distribuir pelos copos da iogurteira e colocar 10 horas na estufa. Amanhã de manhã, mostrarei do que falo!
Mas há outra maneira. E como eu tinha bastantes iogurtes naturais que estavam a acabar o prazo (do pack que comprei para semente), decidi fazer uma "fornada" dessa maneira também.
Neste caso, basta misturar 5 iogurtes com 1 medida de água a ferver com a gelatina! Dividir pelos copos, tapar e pôr no frigorifico! Simples, simples, simples! E estes foram de maçã.
sábado, 14 de janeiro de 2017
9º GRAU - O BRIOCHE NOSSO DO DIA DE HOJE
E depois da massa levedada, é chegada a hora de colocar as mãos na dita cuja.
Corto cada palito de linguiça em 3 pedaços.
Polvilhamos a base onde vamos trabalhar, com farinha e pomos uma taça com mais farinha ali a jeito.
A massa vai ter uma consistência extremamente leve e terá bastante ar, amassamos até ganhar alguma consistência. Eu vou amassando bocado a bocado.
Estendo alguma massa com o rolo polvilhado de farinha. Atenção que a massa é bastante elástica. Depois de estendida, uso esse instrumento bastante cientifico para cortar tiras: o cortador de pizzas!
Enrolamos os pedaços de linguiça com mais ou menos massa. Isso é ao gosto do freguês. Colocamos os pãezinhos num tabuleiro anti-aderente e pincelamos com ovo.
Levamos ao forno a 180º/200º até ficarem tostadinhos por cima (mais ou menos 20 minutos).
Esta quantidade de massa rendeu 71 pãezinhos.
E estão tão maus mas tão maus que... 71... 70... 69...
9º GRAU - O BRIOCHE NOSSO DE CADA DIA
Nada como uma tarde fria de sábado com a casa a cheirar a bolo ou bolachas ou a pão. Para a tarde deste sábado, optei por ir já adiantando os lanches da semana com uma das receitas preferidas cá da fábrica: pãezinhos com massa tipo brioche. Estes pãezinhos podem ter o que se quiser lá dentro. Já experimentei com queijo e fiambre, já experimentei sem nada e, este Natal, experimentei com pedacinhos de linguiça. Todos os natais, faço uns pãezinhos com linguiça para desenjoar dos doces, este ano, o Mecânico pediu para eu usar esta massa em vez da habitual. Digamos que a coisa rendeu cerca de 60 pãezinhos que foram feitos na manhã do dia 24 de Dezembro. Quem os quisesse comer na manhã do dia 25, teria que ir fazer porque já não restava nenhum!
Eu vou aproveitar que a massa está ali a levedar (que já tive que ir acender o forno que com o frio que está, o crescimento não se estava a dar) e dar a 1ª parte da receita. Vamos precisar do seguinte:
Ingredientes:
1 kg de farinha
200 gr de margarina ou manteiga
125 ml de óleo
125 ml de leite
2 colheres de sopa de açúcar
1 pitada de sal
1 colher de sopa de fermento em pó
1 saqueta de fermento para pão
3 ovos
500 ml de água morna
Bato o açúcar com os ovos. Junto o leite e depois o óleo, batendo sempre bem. Acrescento a margarina amolecida e a pitada de sal.
Ficam a faltar apenas o ingredientes secos que eu costumo misturar mesmo dentro do pacote da farinha.
Depois, é um jogo de paciência e observação. Vou misturando colheradas da farinha com a massa. quando está a ficar demasiado espessa, acrescento um pouco da água morna. E vou continuando até se acabar a farinha. Eu faço tudo na batedeira. E raramente uso todos os 500 ml da água morna.
No final, fico com uma massa elástica e peganhenta.
Tapo com um pano e deixo levedar durante mais ou menos 1 hora. E ela creeeeeesce!
E agora vou ali tratar da segunda parte e já cá volto!
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
7º GRAU - COZINHAR NÃO COZINHANDO
É em dias como o de hoje que uso a arma secreta. No dia em que somos 5 para jantar, em que saio às 18h para ainda ir fazer tpc's e sabe Deus que mais, o tempo que me resta para cozinhar é minimo. Ou tenho alguma coisa preparada ou saco da arma secreta, aka*, Slow Cooker!
A Slow Cooker permite que nós, basicamente, atiremos coloquemos todos os ingredientes lá dentro e nos façamos à vida, cozinhando ela por nós.
Hoje, antes de sair de casa, atirei pus lá dentro uma pá de porco besuntada barrada com pimentão e um molho de mostarda e mel e um fio de azeite**. Acrescentei bacon aos bocadinhos.
Quando entrei em casa, o cheirinho era fabuloso e a dita cuja estava pronta. A carne a desfazer-se e, posso desde já adiantar, está deliciosa. Vou só cozer uma massa e cortar uma ou duas crianças a pá em fatias e ainda dá para pôr os posts em dia!
* Sim, também uso estrangeirismos e este, depois de um fim de tarde numa esplanada à beira-mar, é-me especialmente querido!
** Quase que vejo os 5 cabelos do Mecânico em pé com a ausência daquilo que ele considera uma necessidade absoluta
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
5º GRAU - O REGRESSO DO LEITE
E, hoje, foi dia do iogurte liquido.
Mais simples é impossível:
- 1iogurte
- 1 pacote de sumo em pó tipo Tang (cá em casa oscila entre morango, morango, morango, morango e, quando o rei faz anos, manga)
- 1 pacote de leite mais 75ml para dar conta certa. Uso as garrafas de sumo de 200ml. Acrescentando aquele bocadinho, fico com 6 garrafas certas.
Misturamos tudo e colocamos na iogurteira. Eu comprei uma segunda iogurteira que, em vez de ter copos, tem um recipiente com 1,3 Lt de capacidade e é essa que uso para os iogurtes liquidos.
Ligamos a bicharoca e deixamos por 6 horas. No final, misturamos bem e guardamos nas garrafinhas.
Frigorifo e já está!
sábado, 7 de janeiro de 2017
3º GRAU - O PODER DO QUENTINHO
E depois de umas horinhas, o leite que colocámos numa caixa, transforma-se em algo diferente. A prova provada que se colocarmos um pouco de calor em algo, somos capazes de mudar tudo.
Para aqueles que acham frascos de minha iogurteira estranhos, eu fui recolhendo frascos que lá coubessem porque, como irão descobrir em próximos graus, 7 é pouco para a exigência dos palatos cá de casa.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2017
2º GRAU - O LEITE CONTRA-ATACA
Não é propriamente uma coisa que nunca tenho feito antes, mas este blogue serve também para registar coisas que não quero esquecer. E se considerarmos que com as festas, deixei de ter iogurtes para servirem de 'semente' para os próximos, estemos a começar do 0 e é novo, sim senhor!
Iogurtes caseiros. Comecei a fazê-los o ano passado. Quando srª Mãe de meu Mecânico se finou, descobrimos uma iogurteira dos anos 70 novinha em folha entre as suas coisas. Quando digo novo, digo na caixa mesmo. Quando digo anos 70, digo 'na melhor das hipóteses'. Senão, atentai lá nas instruções do zingarelho:
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| Mais vintage é impossível! |
Ora, dizia eu, começámos no ano passado a consumir o belo do iogurte feito cá em casa e o céu é o limite. Hoje, começamos do 0. Comprei iogurte natural e partimos então para a reconstruão do império lácteo.
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| O canto do iogurte. |
Pegamos num dos copos da iogurteira e usamos 1 medida de iogurte e 6 medidas de leite. Uso o copo como medida indicadora porque, hoje em dia, já constatei que os copos são muito maiores dos que o desta reliquia.
Misturamos tudo com uma colher ou vara de arames.
Distribuimos pelos 7 copos da iogurteira e ligamo-la.
Deixo 10 horas. Amanhã de manhã, logo lhes mostro como sai a coisa.
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